3 dicas de como usar o Google Maps em reportagens

Por Jhonatan Matos.

Nos dias 2 a 4 de julho deste ano aconteceu o 10º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), em São Paulo. O evento contou com a presença do Google que, por meio do especialista Rafael Corrêa, treinou repórteres  para o uso das ferramentas do Google em reportagens. O uso gratuito e a agilidade para conseguir fotos de praticamente qualquer lugar do globo são recursos riquíssimos a serem explorados. “O uso é livre. As redações podem complementar as matérias sem gastar nada, pois o Google oferece gratuitamente”, explica Corrêa.

Veja as três dicas de Rafael:

1 – Mapas simples e Google Earth
“Usar o Google Maps profissionalmente é tão fácil quanto usar pessoalmente. Em matérias que citam locais, o jornalista pode procurar no mapa e incorporar na reportagem. Esse é o recurso mais básico e é mais eficaz, pois no próprio texto o leitor vai encontrar o conteúdo visual, ao invés de ter de sair do seu site para buscar. Para usar esse recurso, o jornalista precisa pesquisar o local desejado e clicar na ‘engrenagem’ que fica no canto inferior direito da página. Em seguida, é só escolher a opção ‘incorporar mapa’ e um link é disponibilizado. Depois, é só colocar no HTML da reportagem. É possível subir em formato de mapa ou usar a opção do Google Earth, que mostra a visão satélite do lugar.”

2 – Street View
“Às vezes, na correria, o jornalista esquece que pode usar a opção de Street View e as imagens que estão no nosso sistema para ilustrar a matéria. Nesta opção, o jornalista encontra histórico do lugar e pode trabalhar mostrando ao leitor como era o antes e o depois de determinado lugar.”

Palácio Cruz e Souza

Fachada do Palácio Cruz e Souza, em Florianópolis. Usei o Google Maps para pegar a foto do histórico prédio em Santa Catarina. Realmente funciona bem.

3 – Meus mapas
“Esse recurso auxilia bastante quando o repórter precisa escrever sobre grandes eventos. O Google permite criar pontos para mostrar onde serão os palcos dos shows, por exemplo, ou marcar as ruas que, de repente, ficarão fechadas. Se a ideia é indicar o caminho ou o local onde algo aconteceu, este formato é ideal. Quem cobre acidente pode criar um mapa e marcar sempre que houver algum caso na cidade. Depois, ele terá ideia do saldo em determinado tempo e pode render outras pautas.”

_______________________

Com informações do portal Comunique-se. A matéria, escrita originalmente por Nathália Carvalho pode ser conferida no link.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s