Jornalista literária é finalista do Prêmio Esso de Jornalismo

Utilizando as técnicas narrativas da literatura para construir uma reportagem sobre o aniversário de 100 anos da “Seca do Quinze” (nome popular dado em referência ao ano da tragédia: 1915) a jornalista pós-graduada em Jornalismo Literário, Beatriz Jucá – em parceria com a também jornalista Maristela Crispim – foi indicada como finalista do Prêmio Esso de Jornalismo (que nesta edição ganha o nome de Prêmio ExxonMobil) pela grande reportagem “O Quinze – lembranças, sonhos e dores” publicada no Diário do Nordeste. A mesma matéria também é finalista no quesito Criação Gráfica – graças ao trabalho de editoração de Carlos Felipe Araújo Goes.

Os vencedores serão divulgados no dia 19 de outubro. Vela a lista de todos os finalistas aqui.

Segundo a autora: “Cem anos depois d’O Quinze, não se vê mais gente deixar suas casas no sertão para viajar ao Norte ou Sudeste atrás de sustento e trabalho. Ainda assim, a comparação entre os quinzes é inevitável na voz do sertanejo que pinça da memória qualquer história ouvida dos pais ou avós sobre aquele tempo. O verbo do sertão em tempo de seca continua o mesmo de cem anos atrás: escapar. Da fome, da falta de políticas efetivas, da invisibilidade. Mas emerge de todas essas ausências um sertão-resistência que esta reportagem especial traz em lembranças, dores e sonhos”.

Confira a matéria completa no link.

O Quinze

 

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